Uma das pergutas que assolam a humanidade desde tempos imemoriais (as outras são “De onde viemos?” e “Pra que serve o dedo mindinho?”). Talvez por não haver uma resposta certa, as pessoas acabam criando rótulos para se identificarem entre seus semelhantes. Então, aqui vai minha tentativa de me definir em algumas palavras.
Paulistano, adoro minha cidade, não troco essa antítise caótica por nenhum lugar no mundo (exceto, talvez, pela mansão do Hugh Hefner).
Formado em Engenharia da Computação, gostaria de ser engenheiro de verdade, não só no diploma. Mas, trabalhando com TI no Brasil, parece que vai ser meio difícil.
Otaku, minhas séries de anime favoritas são Evangelion, Love Hina e Shakugan no Shana. Quanto a mangás, atualmente meus favoritos são Mahou Sensei Negima, Berserk e Full Metal Alchemist.
RPGista, fã de Dungeons and Dragons e Dragonlance. Atualmente jogo duas campanhas em um mundo próprio com meus amigos.
Gamer, meu primeiro videogame foi um Intellivision, quando eu tinha seis anos de idade. Até hoje, gaming é uma paixão ardente.
Cinéfilo, vou ao cinema quase toda semana e adoro ficção científica, ação, comédia e épicos. A hexalogia Star Wars, a trilogia Bourne e O Poderoso Chefão são filmes que assisto sempre.
Leitor inveterado, meus livros preferidos são os de mistério e de fantasia medieval. Agatha Christie e Margareth Weis são simplesmente demais.
Colecionador compulsivo, ainda tenho meus álbuns de figurinhas do Jaspion e do chocolate Surpresa (ah, os anos 80). Hoje em dia, minhas coleções somam mangás, DVDs, livros e revistas de RPG, miniaturas de personagens de anime, card games, espadas e armas medievais (ok, essa ainda é muito pequena pra ser chamada de coleção, mas um dia eu chego lá), entre outros.
Depois de tudo isso, fica meio óbvio dizer, mas sou nerd, com muito orgulho. Talvez hoje em dia o estigma dos nerds tenha diminuido, mas não foi fácil crescer nas décadas de 80 e 90 sendo discriminado por ter valores diferentes da maioria.
E por falar em ter valores diferentes, muitas vezes sou mal interpretado e as pessoas ficam ofendidas com o que digo por conta disso. Às vezes expresso minha opinião sem levar em conta que as pessoas têm valores e idéias diferentes dos meus, e o que tinha a intenção de ser um elogio ou cumprimento acaba se tornando um insulto. Aqui neste blog tentarei explicar da melhor maneira possível meus pontos de vista para que não haja mal entendidos, mas se mesmo assim eu acabar ofendendo alguém, me avisem para que eu me expresse melhor.